segunda-feira, 25 de março de 2024

Hello, My Old Heart 12/?

Titulo: Hello, My Old Heart

Autora: Roberta Clemente

Banner: Roberta Clemente

Classificação: NC-17

Nota: A história vai de 9x06 até 10x15, após isso é por minha conta.

Resumo: Eles deveriam estar comemorando o primeiro aniversário de casamento, mas ao invés disso Oliver apaga Chloe da sua memória.  



Nota 2: O capitulo 11 saiu a algum tempinho, talvez você não tenha lido.



12


Chloe ergueu uma sobrancelha com a afirmação. Ela olhou de novo para a imagem e examinou melhor o prédio de dez andares antes de olhar novamente para a ruiva que esperava pacientemente uma resposta. Deveria estar em sua missão madrinha de casamento, Lois contava com ela para não deixar os preparativos do casamento dela parar. Casamento que não havia acontecido porque seu marido estava infectado pela escuridão e porque ela fez uma bela cena jogando a aliança no ar na hora do sim.

É claro que um planeta inteiro estava em rota de colisão com a Terra e Clark precisava ser salvo pela milionésima vez, era uma emergência, mas no fundo se sentia um pouco responsável pelo sucesso da próxima cerimonia, por isso não fugia das missões que Lois passava para ela, por mais entediante que fossem.

Mas não podia negar o jeito como seu estomago vibrou com a afirmação de Tess e a obstinação em seu olhar. Há muito tempo não participava de nenhuma missão da Liga e sua natureza inquieta e extremamente curiosa estava levando a melhor sobre ela.

“O que nós precisamos destruir?”. Ela simplesmente perguntou, tentando igualar a calma da ruiva. Para outra pessoa poderia parecer estranha a dinâmica entre ela e Tess, mas era surpreendentemente fácil entre elas. Sabia que Tess não pediria uma simples ajuda, não era assim que ela funcionava, Tess era uma mulher autossuficiente e capaz, se ela a queria nisso era porque existia um motivo maior.

Um sorriso satisfeito surge no rosto de Tess antes que ele sumisse e ela começasse a explicar. “Uma lista extensa de fichas de meta-humanos que foi roubada de um laboratório fechado da Luthor Corp”, ela respondeu sem rodeios, mantendo o olhar.

Não conseguia se surpreender, não mais. Chloe sempre rezou para que esse assunto estivesse enterrado, mas esteve preparada para a possibilidade do contrário também. Fez tudo o que pôde para sumir com cada prova de que um dia passou por um laboratório 33.1, mas haviam elementos que fugiam ao seu controle, como a mulher a sua frente, que assim como ela também tinha um passado complexo. “O banco de dados está ativo há quanto tempo?”

Tess fica de pé e dá a volta na mesa, se aproximando de Chloe, que ainda estava parada no centro da sala. “Algumas horas. O seu software de vigília avisou que documentos semelhantes aos do seu banco de meta-humanos foram acessados e eu fiz uma busca completa, são cópias feitas há quatro anos”.

Franzindo a testa Chloe olhou novamente com desconfiança e outra dose de curiosidade para o holograma. “Por que agora depois de tantos anos?”

“Porque pagaram e muito”, Tess responde erguendo uma sobrancelha

“O que tem nesse prédio?”

“Aqui tem a nova Queen Industries e Wayne Enterprise que precisa de um bom portfólio para entrar forte no mercado de biotecnologia”.

Chloe respira profundamente. “E você não sabia que essas informações estavam por aí sendo oferecidas pra quem pagasse mais?”, ela questiona, precisava entender melhor a linha do tempo.

“Não. Eu não sabia, quem quer que tenha feito o roubo foi muito cuidadoso. Mas não vou fugir da minha responsabilidade nisso. Eu sabia o valor das informações que Lex tinha e sabia que precisava escondê-las muito bem... pra poder usar em um momento oportuno. Mas eu não sabia que você estava lá, Chloe. Lex conseguiu te esconder muito bem”

“Minha mãe?” Chloe pergunta, agora sim sentindo uma pontada de preocupação no peito. A identidade de sua mãe era mais importante que a dela, podia se defender, sua mãe não, Moira dependia dela para ficar segura.

“Não. O roubo provavelmente foi feito antes da Moira passar pelas mãos do Lex e deixar rastro no sistema da LuthorCorp”. Tess a tranquiliza.

Chloe a encara em silêncio, acreditava nela. Em um passado não muito distante a mulher a sua frente tentou mata-la, em um pouco mais distante ajudou uma criatura alienígena obcecada por ela, se Tess tivesse colocado os olhos em sua ficha ou de sua mãe e soubesse que ela era uma infectada por meteoro com certeza teria usado isso para tirá-la do caminho. Mas não podia julgar a mulher de agora pela do passado, não quando sua primeira reação foi chama-la para consertar o problema. “Ok. Mas e agora, qual o plano, Torre de Vigília?”

Tess sorri rapidamente, aliviada por não receber de Chloe o tratamento que tinha certeza de que ela lhe daria há alguns anos. Chloe entendia que ela não podia consertar seu passado, mas que tinha realmente mudado e estava tentando fazer o seu melhor para compensar todas as suas ações, o entendimento entre elas era silenciosamente reconfortante. “Queimar o banco de dados de dentro pra fora”.

Chloe balança a cabeça em concordância. “Uma bomba?”

“A mais explosiva”, Tess responde com um olhar de satisfação.

Chloe sorri, imaginando como sua bomba cibernética seria. “Você já criou?”

Cruzando os braços diante do peito Tess finalmente ri. “Eu achei que você gostaria de fazer isso”.

Os olhos de Chloe brilham de expectativa e ela respira fundo. Seu cérebro imediatamente acelerando e criando a formula de uma bomba viral potente o suficiente para derrubar não só o banco de dados, mas todo o sistema da empresa que estava comprando informações roubadas, vidas, a sua vida e um momento que ainda a fazia estremecer para lucrar. “Acho que eu tenho algumas horas livres”.

Tess e Chloe começam a trabalhar imediatamente. Chloe escolheu o terminal principal para ela e desceu apenas um monitor para começar sua criação. Tess lhe deu espaço e do terminal secundário ofereceu todo o suporte necessário, que ela rapidamente descobriu ser bem pequeno. Chloe não precisou de nada além de todos os recursos da Torre de Vigilância a sua disposição para entrar em um ritmo quase transcendental.

Sua mente automaticamente se transportava para um mundo de códigos, era tudo muito fácil para ela, nos seus primeiros anos seu amadorismo deixava o desafio mais estimulante, agora tinha se tornado tão automático e simples como formatar uma bela maquina. A certeza e segurança em seus métodos de criação a acalmavam mais do que qualquer outra coisa, o caminho se desenrolava diante dos seus olhos e ela só tinha que pisar em cada lugar certo.  

“Ok. Está...pronta”, depois de quatro horas ela avisa batendo o indicador uma ultima vez no teclado antes de dar um passo para trás, se afastando do terminal com uma sensação estranha na boca do estomago. Seu trabalho estava finalizado e teria que passar para as mãos de outra pessoa, voltar para sua vida.

Tess se aproxima de Chloe, olhando para a tela com a criação dela. “É linda”, ela elogia e desvia o olhar para a loira ao seu lado, que sorri em apreciação.

“Obrigada”, Chloe cruza os braços sobre o peito com um sorriso pequeno de satisfação. “Quem você convocou para instalar ela?”

A isso o olhar de admiração de Tess se modificou. “Na verdade, somos só nós duas. Todos estão ocupados hoje em missões importantes demais para deixar abruptamente. Se eu soubesse que algo assim apareceria não teria colocado todos para trabalhar. Um erro que não vou cometer de novo, pensei demais na eficiência do time e esqueci da imprevisibilidade do nosso mundo”.

Chloe não diz nada, sua mente automaticamente buscando uma alternativa. “Oliver está em algo muito importante hoje para as Industrias Queen. Ele já está em um compromisso remarcado”.

“Bem...”, Tess ergue uma sobrancelha e olha para Chloe de lado, testando as águas. “Você está aqui. Pode ser a nossa chance de trabalhar pela primeira vez juntas. Eu vou colocar a bomba e bem... você conhece cada dado dessa Torre e tenho certeza de que não esqueceu como ser a Torre”.

Chloe se assusta, mas esconde. Não duvidava de si mesma para voltar temporariamente para o posto, poderia fazer de olhos fechados e tinha todos os motivos para resolver aquela bagunça, mas para a sua surpresa seu coração não disparou com a possibilidade. Meses atrás não pensaria duas vezes antes de aceitar, mas agora. A alternativa, no entanto.

“Ou...”, ela se vira para encarar Tess com um olhar desafiador. “Eu posso ser a entregadora, você a voz nos meus ouvidos e juntas nós destruímos os meus arquivos”.

Tess sorri. “Você tem certeza? Não que eu esteja duvidando da sua capacidade de invadir um prédio, eu li os arquivos de Lex e sei que era o seu passatempo desde o ensino médio, mas é isso, faz muito tempo desde a última vez que você foi para o campo”.

Chloe devolve o olhar divertido a ruiva. “Sim, faz um certo tempo, mas eu aprimorei minhas capacidades de campo desde a última vez que eu invadi um prédio do Lex. Eu acho que vou ficar bem”.

Tess sabia que era verdade. Chloe passou por muitas coisas nos últimos anos, com Oliver e Clark e é claro, com o Esquadrão Suicida, que sabia que tinha sido pontual nas evoluções das habilidades de Chloe. Ser parceira do Arqueiro Verde também ajudava. “Certo. Eu montei um plano enquanto você criava a bomba”.

O coração de Chloe acelerou no peito com a expectativa de fazer algo...quase novo e diferente. Agora só precisava avisar Oliver de que estava saindo em uma missão que nada tinha haver com cadeiras e mesas. Eles não tinham conversado sobre o assunto desde que Oliver acordou do coma, existia uma vida inteira para discutir e ela estava bem longe de se juntar a Liga para qualquer coisa. O entendimento que tinham antes de que se alguma coisa acontecesse, eles só tinham que deixar o outro saber estava apenas na sua memória e não na do seu marido, não sabia qual seria a reação dele. Mas tinha certeza de que teria todo apoio dele.

Oliver observou o carro de Jack se afastar e ficou no mesmo lugar até que ele saísse do estacionamento. Aquela tinha sido um belo dia de negócios. Riu para si mesmo com o pensamento, estava finalmente acreditando ser o homem que disseram que ele era a frente da empresa da sua família. Aquele era o primeiro acordo fechado desde que acordou sem a memória dos dois últimos anos e estava muito satisfeito com o resultado final.

Era a primeira vez que se sentia em total controle da situação a frente da presidência, que tinha segurança em cada passo, da negociação até o fechamento do acordo. Sabia que tinha ido bem, conduzido tudo de forma honesta, justa e lucrativa para todos os lados. Mal podia esperar para contar a Chloe, queria ver o olhar orgulhoso e sorriso de felicidade dela. Queria tanto que ela visse que ele ainda era o homem por quem ela se apaixonou, que toda a maturidade e segurança que ela o ajudou a construir ainda estava lá, nele.

Oliver tirou o celular do bolso enquanto começava a caminhar de volta para o seu escritório. Foram horas acompanhando Jack, depois um almoço e mais algum tempo de conversa, que sabia que ser necessária para afinar a relação com seu novo parceiro. Sua atenção estava focada no outro homem. Então não teve tempo para checar seu celular ou falar com Chloe.

Um sorriso rompeu seus lábios quando viu uma notificação de mensagem de voz de sua esposa. Ele levou o celular ao ouvido imediatamente, queria ouvir a voz dela. “Oi marido. Como foi o seu encontro com o senhor Jack novo bilionário na área? Aposto que arrasou e as horas insanas que ficaram juntos foi só um protocolo que vocês ricos precisam cumprir e eu não consigo compreender”, Oliver riu entrando no elevador privado que levaria a sua sala. “Vou querer saber de absolutamente tudo o que eu tenho certeza de que aconteceria só para dizer que eu sabia, mas também porque quero saber como o gostoso do meu marido fechou um contrato que vai fazer dele o mais popular no clubinho dos bilhão”, Oliver gargalhou, feliz por estar sozinho no elevador.

As duas portas de metal reforçado se abriram e Oliver caminhou para dentro de sua sala, pensando se poderia ou não encerrar o dia e se juntar a sua esposa na missão madrinha de casamento, quando a voz dela voltou ao seu ouvido. “E pode ser que eu tenha algo tão empolgante para compartilhar dessa vez. Acontece que eu estou entrando em uma missão com Tess neste momento. Ela me pediu ajuda com algo meio urgente...são meus dados, Oliver. Eu não sei se você vai entender, mas são os meus arquivos, roubados do careca, alguém roubou”.

Oliver se senta devagar, sentindo o coração saltar dolorosamente no peito. Sua mente freneticamente juntando os pontos. Chloe só podia estar falando dos dados que Lex reuniu sobre ela quando ela estava infectada por meteoros e tinha poderes. Aquilo tinha acontecido há mais de dois anos, é claro que ele se lembrava. Chloe contou a ele há algumas semanas que esperava ter se livrado de todos eles, principalmente os de Moira. Mas se eles ressurgiram, Chloe estava em perigo.

Uma dor aguda atravessou sua testa e Oliver apertou os olhos contra as mãos até que ela morresse em sua nuca. “Tess será o meu backup e espero que você ouça essa mensagem antes de eu sair...Eu vou ficar bem, não se preocupe”.

Vinte minutos depois Oliver estava rompendo as portas duplas da Torre de Vigília. Ele marchou para o lado de Tess e encarou o monitor gigante em que ela estava acompanhando Chloe. Seus olhos correram o feed de imagens de forma frenética, em busca dela.

“Onde ela está?” ele pergunta, tentando parecer mais calmo do que estava. Podia sentir a instabilidade na própria voz enquanto tentava entender o que estava acontecendo na bagunça esverdeada na tela. “Tess. Ela conseguiu os arquivos?”, ele se vira para a ruiva ridiculamente calma ao seu lado. Não conseguia pensar o continha nos arquivos de Chloe sem estremecer de raiva e imaginar que estranhos tinham isso, Chloe em seu momento mais vulnerável o levava ao limite. Ela oferece a ele um comunicador, que ele aceita imediatamente.

Tess continua calada enquanto digita e o monitor a esquerda recebe o feed da câmera de segurança de um corredor vazio, não havia nada de especial nele, mas Oliver concluiu que se Tess o escolheu ele era importante.

“Rapina, o corredor sul está livre no momento. Vire à esquerda.”

Oliver fixou o olhar no monitor a espera de um sinal dela. Seu coração estava esmagado de medo no peito. Medo de terem descoberto que Chloe um dia teve poderes e medo de que ela fosse pega sozinha. Sua cabeça estava começando a latejar de forma dolorosa de novo quando teve a visão de Chloe. Ela estava vestida com um traje cinza e preto, justo dos pés a cabeça, deixando apensa os olhos a vista. Ela atravessou o corredor de forma firme, mas muito controlada, com as costas rentes a parede.

“Você só tem que passar por mais esse sistema de segurança antes de chegar à rua, Rapina”, Tess a orienta.

Isso faz o coração de Oliver desacelerar um pouco, ela estava saindo, só queria escutar a voz dela para ter certeza de que ela estava bem e nada tinha acontecido antes que ele chegasse ali. Se impediu de dizer qualquer coisa, não queria, não podia, desconcentrar as duas, principalmente agora, quando faltava tão pouco para acabar. Mas as próximas palavras de Tess o acertaram como um soco.

“Só que você precisa ser um pouco mais rápida nisso. Tem um grupo de seis a duas portas de você, eles estão destrancando a primeira e chegarão em você em dois minutos”, Tess a avisa calmamente.

Oliver dá um passo pra trás e leva uma mão a boca, se impedindo de novo de dizer alguma coisa e atrapalhar, talvez fosse melhor que ela não soubesse que ele estava lá. Chloe tinha apenas dois minutos e precisava pensar friamente para fazer o que tinha que fazer e sair de lá. Na tela apenas o balanço suave da imagem para cima e para baixo indicavam que ela tinha entendido a mensagem.

As mãos enluvadas de Chloe estavam trabalhando de forma firme e rápida no painel que estava trancando a porta, Oliver queria gritar para ela ir mais rápido, mas por um segundo a confiança com que ela estava trabalhando enquanto acoplava um teclado minúsculo a porta e digitava fizeram seu coração preocupado vibrar orgulhoso.

“Eles passaram pela primeira porta e estão começando a destrancar a segunda. Você tem trinta segundos para destrancar a sua ou vai precisar usar força para sair daí”. Tess a atualiza, com uma pitada de tensão na voz.

Os olhos de Oliver estavam presos ao painel da porta e a luz vermelha nele. Sabia que Chloe tinha ficado muito boa no combate, sabia atirar muito bem, mas não queria confirmar isso assistindo a distância enquanto não podia fazer nada para ajuda-la.  Seria sua esposa, a mulher por quem estava apaixonado, que o mundo dizia que era toda a sua vida, contra seis homens e ele não poderia fazer nada além de assistir levarem ela dele, da sua vida.

Não sabia como, mas aquele cenário, aquela situação de urgência e angustia em seu peito pareceu familiar. Não sabia como ou quando, mas podia sentir claramente a sensação de ser separado de Chloe, o desespero da distancia esmagando seu peito. O que estava acontecendo?

Outra dor aguda ricocheteou seu crânio e Oliver quase se curvou, teria se deixado cair se uma luz verde não tivesse acendido no painel e a maldita porta não tivesse sido aberta lentamente. Podia ver a imagem se mover e sabia que Chloe estava em movimento. Seus olhos estavam colados de novo no monitor enquanto a porta se fechava dolorosamente devagar até o clique final acender a luz vermelha de novo.

“Muito bem, Rapina”, Tess diz a Chloe. Ela olha por cima do ombro para Oliver e vê seu olhar vidrado e como sua respiração parecia mais rápida.

“Estou na rua, Torre”, Chloe avisa, com um tom de voz baixo, mas inundado de satisfação.

A luz do dia no feed e a risada curta de Chloe faz Oliver respirar novamente. Acompanhou sua esposa se afastar do lugar que agora ele via ser um prédio e entrar em seu carro esperando que isso acalmasse seus nervos, ela estava bem e em segurança, mas o alivio que inundou seu peito por ela estar voltando para ele começou a ser substituído por um sentimento novo e nada bom. Precisava de um minuto para se recompor antes que ela voltasse.

“Ótimo. Bom retorno”, Tess se despede de Chloe e muta a comunicação. Ela se vira para o homem que estava praticamente correndo para o bar ao lado da cozinha. “Oliver?”.

Chloe ainda podia sentia a adrenalina agindo em seu sistema enquanto dirigia para a Torre de Vigília, sabia que estava sorrindo, mas não podia evitar. Estava se sentindo muito bem, como há muito tempo não sentia. Sabia que poderia ser difícil fazer sua primeira invasão depois de tanto tempo, mas para sua surpresa foi como subir em uma bicicleta novamente, mas não como se sentar diante de um terminal na Torre de Vigilância, melhor. Mais empolgante e desafiador. Sair daquele prédio sem ser notada depois de instalar a bomba em sua entranha foi o golpe de confiança que estava precisando sentir desde que deixou seu posto para Tess. Precisava contar para Oliver, precisava dividir isso com ele.


Olá. E vamos de mais um capitulo. Se tiver alguém por ai e quiser deixar um comentário, fique a vontade porque eu vou ficar muito feliz.




3 comentários:

  1. Robertaaa, vc ainda está aí!!!
    É impressionante como mesmo com os anos, eles ainda me prendem! E que surpresa maravilhosa, saber que não desistiu, continuo amando sua escrita e adivinha... eu quero mais rsrsr
    Agora vou ter que voltar pra reler desde do primeiro capítulo, ver ser isso!! Não que seja um castigo, longe disso... :D

    Obrigada, por não desistir!!
    Bjs
    GIL

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    1. Giiiiiiil. Eu estou por aqui heheheh e você também 💛

      Eu estou aos poucos atualizando. Quero terminar essa história. Questão de honra hehehe saudades do nosso casal ☺️

      Acho que vou colocar no AO3 também.

      Enfim. Eu que agradeço tanto a sua presença. Nossa. Você não sabe como eu fico feliz. Valeu mesmo. E espero que você esteja bem.

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    2. Não saio daqui, Roberta!! E estou incrivelmente bem e espero que você também... :)

      Esse cantinho é muito especial, lembro com muito carinho, das madrugadas após chegar da faculdade, como meu refúgio do estresse do trabalho... sou uma nostálgica incurável por isso sempre volto kkkkk

      Sobre colocar no AO3 é ótima ideia, ainda tem apaixonados por Chlollie, e merecem conhecer e se apaixonar por suas histórias, e vou lá só pra ser redundante e elogiar em todas de novo...

      Você sabe que não precisa agradecer, eu que sou grata, por compartilhar seu dom e o amor pelo nosso casal, com todos nós... e estou aqui, com um sorriso bobo e o coração quentinho, feliz, pelo seu carinho e com a certeza de que esse cantinho é especial...

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