quinta-feira, 7 de junho de 2012

I'm In Here (Lex-Chloe/Oliver)


Titulo: I'm In Here
Autora:Roberta Clemente
Classificação: NC-17
Nota: Alguns pensamentos na narração são eventos ocorridos na quinta temporada e podem ter erros...perdão. Mas a história se passa pós Finale.
Resumo: Chloe e Oliver tem suas vidas acompanhadas de perto...muito perto
Prologo 1/? 2/? 3/? 4/? 5/? 6/? 7/? 8/? 9/? 10



11


Oliver escondeu sua moto atrás da caçamba do primeiro galpão que seus olhos alcançaram, e ali mesmo subiu ao telhado. Com Chloe lhe dando cobertura avançou rapidamente para onde a movimentação se concentrava.

Podia sentir a excitação normal de cada missão, mas aquela tinha um algo a mais. Um motivo pessoal para existir E jurou para si enquanto apontava o arco para o galpão seguinte que não sairia de lá sem algo, não voltaria para Chloe sem ter feito tudo o que podia para parar essas pessoas.

-OK, Arqueiro, este é o ultimo telhado livre antes de encontrar civilização

 -Entendido Torre – Oliver respondeu quando seus pés tocaram o telhado com cuidado. Ele não era de concreto como os outros e não precisava chamar atenção, pelo menos ainda não.

Abaixado Oliver caminhou rápido até a outra ponta e parou para observar atrás de uma coluna. O prédio da frente estava bem iluminado, no pátio entre eles um movimento constante de gente chamou sua atenção e o fez se aproximar para ver melhor. Seus olhos correram rapidamente pelo espaço.

Todos estavam usando a mesma roupa preta de combate que os homens do hotel vestiam naquele dia. Não havia mais duvida, estavam no lugar certo. Oliver levou a mão ao comunicador.

-Você está vendo isso Torre? – ele perguntou sabendo que sim.

-Claramente. Eles estão se preparando para sair.

Oliver concordou em silencio. Na frente do prédio alguns carros e caminhões esperavam ligados com as portas abertas, como se esperando para serem carregados.

Oliver ficou de pé imediatamente, era hora de agir. Ele apontou seu arco para uma porta no telhado da frente e atirou. Para sua sorte o lugar não era de telhas como o que estava. Sua flecha cortou silenciosamente o ar e acertou o cimento ao lado da porta.

Com um pouco mais de sorte ninguém o notaria passar. Ele prende o grampo no cabo esticado e ficou na beirada, um momento para testar a segurança, saber se sua presença já não tinha sido notada. Ele olhou para baixo apenas um segundo e como nada pareceu fora de ordem deslizou rápido até o outro lado. Amadores.

-Estou no alvo – ele avisou a Chloe correndo até a porta.

-Tenha cuidado.

-Eu sempre tenho – Oliver disse com um sorriso no rosto, abrindo a porta devagar. Em poucos anos tinha se transformado em um exemplo de cuidado e responsabilidade dentro do grupo. Era o líder de pessoas como Batman e Super-homem e poderia usar essa desculpa.

Mas a verdade era que cada vez que planejava uma missão ou saia para uma patrulha, planejava também o caminho de volta e se via entrando em casa todas às vezes. Nada importava mais do que Chloe e Connor. Por eles faria qualquer coisa para permanecer vivo.

-O terreno é muito simples, você não deve ter dificuldade em se movimentar. Só que isso significa que você vai dar de cara com o inimigo em poucos metros.

-Entendido – Oliver sussurrou. Ele já estava no fim da escada e dentro do edifício.

-O segundo andar está livre. Pode seguir.

Ele se empurrou da parede e caminhou com pressa pelo lugar. Olhando em volta com sua besta empunhada. Aquele era o prédio mais conservado do porto abandonado, mas mesmo assim velho e mal conservado. Não havia mais que algumas caixas e mesas lá. Era um lugar temporário. Ele podia escutar o som vindo de baixo. Das vozes eufóricas e prontas para atacar. Oliver sentiu mais raiva ao imaginar o que ou quem  poderia ser o alvo.

Quando chegou a uma grande porta dupla parou e esperou. Se alguém estivesse se aproximando Chloe avisaria, mas precisava de cautela até chegar aonde queria. Ele continuou por um corredor lateral, que percorria o segundo andar inteiro, lhe permitindo ver as portas no outro extremo do prédio. Devagar ele se aproximou.

Ele subiu na mureta e olhou para baixo. No meio um enorme terminal de computadores parecia processar milhares de informações ao mesmo tempo, em volta pilhas de caixas estavam sendo feitas por mais ou menos uns sessenta homens, Oliver contou até parar e retirar o arco do cinto.

Ele se desdobrou e montou em não mais que dois segundos. Oliver retirou uma flecha das costas e apontou. Não precisou fazer muita mira, seu alvo era grande. Ela desceu perfeitamente até alguns computadores e explodiu.

Oliver sorriu quando os soldadinhos no chão se abaixaram e olharam para ele assustados. Era essa a reação que queria. Ele acenou e sorriu mais para eles.

-Oi – ele não teve tempo de dizer mais nada. Se jogou para trás, saltando de volta o chão enquanto balas estouravam o teto a cima da sua cabeça. – Bela hora para uma entrada.

-Aquaman. Fique a vontade

-Pensei que não fosse dizer nunca.

AC que esperava sua deixa entrou no primeiro andar do galpão, pegando todos de surpresa. Ele derrubou com um soco o primeiro e um chute o segundo que viu, quando um grupo se voltou para ele usou sua mão de gancho para levar quantos pudesse ao chão.

Pelo menos cinco acabam desacordados, mas imediatamente o numero dobrou. AC continuou avançando e se esquivando dos tiros agora. Sabia que sua pele era resistente, mas eles estavam fortemente armados e não precisava se arriscar tanto.

Oliver chegou ao chão atirando e carregando o mais rápido que podia. Ele viu AC distante e se escondeu atrás de um pilar, que estava sendo destruído pelas balas.

-Eu já disse como essa sua mão é feia? – Oliver brincou tirando uma flecha especial da perna.

-Eu sempre soube que vocês tinham ficado com inveja da minha mão nova. – AC jogou um dos homens contra a parede e esperou para ter certeza de que ele não levantaria.

-Cyborg talvez... – Oliver carregou o arco e olhou em volta. O numero de homens no chão já era igual aos de pé, mas ainda não estava bom para ele. – Eu, continuo achando feia.

Oliver conseguiu enxergar as caixas de onde estava. E se o que tinha dentro fosse realmente o que desconfiava, elas seriam de muita ajuda.

-Arqueiro, Aquaman. Vocês podem identificar o líder de onde estão?

-Sinto muito Torre. Eles são todos iguais – AC respondeu correndo na direção de Oliver.

Oliver não respondeu, mas concordou. Desde que entrou, observou e se aproximou, nenhum deles se destacou, não parecia existir uma liderança ali dentro.

-Os computadores, você tem que chegar até eles Arrow

-Não precisa dizer duas vezes – Oliver saiu correndo de onde estava e atirou para o alto. Os tiros passaram a centímetros dele. Oliver deslizou alguns metros até parar trás de uma parede e esperou.

Dois segundos depois a flecha presa ao teto explodiu e dela outros explosivos se soltaram, caindo em volta dos capangas da Luminiferous.

-Tic TAC – Oliver mordeu o sorriso quando outras seguidas explosões aconteceram. Elas foram menores, mas suficientes fortes para derrubar os que ainda restavam na briga.

Ele esperou e o som dos tiros imediatamente parou. Quando saiu de trás da parede encontrou AC parado a sua espera, com os braços cruzados na frente do peito.

-O que? – Oliver perguntou confuso.

-Você quase me explodiu - AC disse com os olhos cerrados.

Oliver revirou os olhos e caminho na direção dele.

-Qual é? Você tem essa pele de tartaruga – ele não parou. Andou entre os desacordados no chão e os pequenos focos de incêndio.

Eles atravessaram o lugar em alerta.

-Está tudo bem, rapazes. Ninguém de pé e ninguém se aproximando.

Eles relaxaram e chegaram ao terminal danificado de computadores. Ele estava funcionando parcialmente. Oliver olhou para os monitores e tentou entender. Pareciam pequenos pedaços de um plano. Plano que eles conseguiram impedir.

Oliver identificou facilmente plantas de algumas instalações das Indústrias Queen na cidade e detalhes de rotina do lugar. Ele engoliu seco quando olhou para o outro monitor e viu que o alvo seguinte seria prédios da Wayne Enterprise. Bruce não gostaria disso.

-UOU

Oliver olhou para AC e pegou o choque em seu rosto.

-O que é? – ele perguntou sem se aproximar.

-É melhor você ver com seus próprios olhos – AC disse sem tirar os olhos de uma das caixas pequenas.

Oliver se aproximou e olhou as caixas maiores, carregadas de amarmento pesado, mas seus olhos quase saltaram mesmo quando viu um timer ligado a alguns cilindros e fios. A única coisa que o impediu de correr foi à certeza de que ele estava desligado.

-Meu Deus.

Oliver escutou o assombro na voz de Chloe e compartilhou o mesmo sentimento. O que aquelas pessoas estavam fazendo ultrapassava qualquer limite, todos os limites. Se o que continha ali fosse a publico tudo tomaria uma proporção tão grande que imediatamente se tornaria um caso de segurança nacional.

-OK! – ele respira fundo. –Vamos lá, precisamos sair daqui logo.

-Siga em frente Arqueiro. A próxima fase está pronta.

Oliver voltou sua atenção ao terminal mais uma vez. Ele retirou um pen drive do cinto e o plugou na primeira entrada que viu.

-Sua vez – ele disse dando um passo atrás. –Faça sua mágica.

-Ela já está acontecendo.

E estava. Oliver observou o banco de dados ser copiado, o sistema falhar e em seguida fechar e desligar. Em alguns segundos o vírus que Chloe criou acabou com toda a rede.

-Prontos pra você Caçador.

Oliver e AC ficaram parados enquanto o lugar era esvaziado mais rápido do que seus olhos podiam acompanhar. John retirou todos os abatidos do chão e os levou longe o suficiente pra que pudessem fazer o que era necessário. Depois parou ao lado dos dois com um sorriso no rosto.

-Guardados – ele disse solenemente.

-Bom, agora é só se livrar disso – Oliver caminhou para as caixas pequenas e colocou as mãos na cintura. – É muito explosivo para enterrar ou tentar explodir. Você acha que pode dar um jeito? – ele olhou para John com expectativa.

John olhou para a bomba preparada e para as cinco caixas idênticas e fechadas ao lado dela.

-Sim, claro. Depois de dar uma olhada nos elementos que deixou pra mim, eu posso levar para bem longe e explodir.

-Obrigado. Leve agora para fora então. Nós vamos usar nosso próprio explosivo.

Poucos minutos depois o prédio foi aos ares. Uma série de pequenas explosões, inclusive nos carros do lado de fora, destruiu todo o lugar. Oliver assistiu alguns telhados distantes com um sorriso de satisfação no rosto. Aquela tinha sido uma vitória, uma bela de uma vitória.

Na mansão Chloe aguardou todos se reportarem a ela mais uma vez antes de relaxar. Ela mesma chamou as autoridades e passou a localização da base onde o grupo Luminiferous planejava ataques simultâneos. Escondendo é claro a grande quantidade de explosivos. Aquilo era surreal demais. As conseqüências poderiam ser catastróficas em uma sociedade que ainda tentava viver com o medo do terrorismo internacional.

Eles deixaram as armas e os capangas inconscientes para trás e deram a policia algo com que trabalhar. Era suficiente, teria que ser. Sua atenção se voltou aos outros e quando John lhe disse que não existia um líder demorou a aceitar, mas com muita resistência percebeu que aquele podia muito bem ser um desses grupos radicais sem hierarquia.

Se forçou a acreditar que aquele podia ter sido o fim deles. Os planos contidos naqueles arquivos eram monstruosos. Se tivessem conseguido ir em frente muitas pessoas poderiam perder a vida e um caos generalizado com certeza se instalaria em várias partes do mundo. Não podia nem imaginar o tamanho do mal que tinham evitado.

Era uma vitória, então relaxou um pouco, enfim. Estava exausta, mas infinitamente mais leve. Olhou para o monitor onde Connor estava dormindo e sorriu. Aquele era o mundo que seu filho herdaria e só por hoje ele estava um pouco mais seguro.

-Torre de Vigilância offline.


Ela levantou e atravessou a Watchtower. Se sentia diferente enquanto o elevador fazia o caminho para cima. Há algumas horas tinha medo, medo do que sua família pudesse ser atingida e machucada, agora estava novamente esperançosa. Se fosse analisar, era uma mulher de sorte. Podia ir à luta quando um mal os ameaçasse. Não precisava parar e esperar que fizessem justiça por ela.

Quando saiu do elevador foi diretamente para o quarto de Connor, precisava colocar os olhos nele mais uma vez antes de terminar o dia. Atravessou o corredor calmamente e empurrou a porta. Ele estava dormindo tranqüilamente, como se nada de ruim existisse no mundo.

Chloe olhou da porta e disse a si mesma que enquanto dependesse dela o sono dele seria sempre assim, inocente. Ela sorriu e não resistiu, se aproximou sem fazer barulho e se sentou na beirada da cama. Ele era tão lindo e forte. Podia enxergar nele o melhor dela e de Oliver.

Ela puxou um pouco a coberta e Connor se mexeu. Chloe então tocou seu cabelo para acalmá-lo. Ele suspirou e sorriu dormindo. Chloe sentiu o peito se encher de emoção. Amava seu filho mais que a si mesma. Faria qualquer coisa, iria a qualquer lugar por ele.

-Ei.

Chloe se virou ao som e viu Oliver parado na porta, vestido ainda de Arqueiro, com um sorriso muito parecido com o que Connor tinha acabado de lhe dar. Ela sorriu de volta e respirou fundo enquanto trocavam um olhar longo e cúmplice. Ele estava de volta.

-Oi – ela sussurrou para ele.

-Como está meu pequeno Arqueiro? – Oliver perguntou olhando para Connor, feliz por estar em casa.

-Sonhando – ela olhou de volta para o filho e roçou um dedo por seu templo.

-Ótimo! – era o que ele queria escutar. Seus olhos se voltaram para Chloe, ela parecia menos tensa, apesar de cansada.

-Eu vou tomar um banho e depois perguntar para a mãe dele. Dê um beijo nele por mim – Oliver sorriu e piscou para Chloe antes de deixá-los mais uma vez juntos.

Chloe mordeu o sorriso e voltou o olhar mais uma vez para Connor. Ela ficou ali com ele por bons minutos antes de deixar o quarto. Quando entrou no seu viu a roupa de couro verde em uma cadeira e sorriu para o fato de que aquela era uma família que terminava seus dias de uma maneira diferente da maioria.

Oliver saiu do banheiro enrolado em uma toalha e parou quando encontrou Chloe olhando para seu traje. Ele pegou o olhar de diversão no rosto dela, mas não disse nada. Ele se aproximou secando o cabelo.

-Gosta? – ele perguntou com a voz rouca.

Chloe olhou para ele e sorriu. Seus olhos correram por seu peito nu, em admiração, mas também a procura de possíveis machucados.

-Eu gosto, muito – ela disse tocando o estomago dele. Ela se inclinou e deixou um beijo demorado sobre o coração dele.

Oliver levou as mãos aos cabelos dela quando sentiu Chloe suspirar casadamente em sua pele. Ele segurou o rosto dela e o afastou suficiente para olhar em seus olhos.

-Eu te amo! – ele diz baixinho, com os olhos presos ao dela. – Eu faço qualquer coisa por você.

Chloe sentiu os olhos arderem, então ela os fechou e sorriu. Não existiam palavras que explicassem o que sentia ao escutar aquelas. Ela ficou na ponta dos pés e o beijou com toda paixão que ainda sentia, com todo amor que sempre sentiria e esperou que assim ele pudesse entender um pouco do que ela carregava no peito.

-Eu também te amo! – ela diz em um sussurro. Colando a testa na dele.

Oliver não queria nada mais que continuar com os braços em volta dela, mas precisava deixá-la se afastar. A contra gosto ele deu um passo atrás e inclinou a cabeça apontando o banheiro. Chloe sorriu torto pra ele e obedeceu.

Já estavam perto da uma da manhã quando Chloe saiu do banheiro vestindo um robe de seda branco. Oliver estava sentado no pé da cama, ainda na mesma toalha, com o celular na mão, ele olhou para ela e percebeu que seu rosto pálido tinha um pouco da cor de volta. Tudo o que ela precisava era de paz, ele pensou.

-Vem cá – ele a chamou entendendo uma mão.

Chloe jogou a escova que estava usando para desembaraçar os cabelos úmidos e se aproximou dele, aceitando sua mão. Ela parou entre as pernas dele.

-Tudo bem com AC e John? – ela se preocupou quando lembrou que não havia esperado todos chegarem em casa para deixar seu posto.

-Sim. AC se jogou no mar, muito fácil. John me ligou para dizer que está voltando para Metrópoles... Mas, e você? – ele estende o braço para tocar uma mexa de cabelo que caia pelos ombros dela.

-Eu estou... exausta. – ela respondeu, conseguindo evitar sua resposta automática. Não tinha por que mentir, sabia que Oliver podia ver além dela.

Assentindo Oliver baixou o olhar. Seus dedos foram para o cinto do robe e ele soltou o nó sem pressa. O quarto estava escuro, mas mesmo com a luz vinda só da lua do lado de fora podia ver o corpo dela e as curvas se revelando quando empurrou o tecido por seus ombros.

Puxando uma respiração profunda ele se inclinou e deixou seus lábios tocarem o estomago liso dela. Chloe colocou as duas mãos em seu cabelo e ele a puxou para o seu colo. Deixando sua pele nua e macia correr por sua boca enquanto ela se sentava.

O perfume dela era delicioso, seus lábios pararam atrás da orelha dela e ele levou uma mão a nuca dela, deixando a outra correr entre seus seios, estomago e barriga, até encontrar seu centro quente.

Chloe mordeu o lábio inferior e gemeu abrindo a boca a procura do ar que tinha sumido de seus pulmões. Uma onda de excitação começou a correr desgovernada por ela, aquecendo sua pele enquanto ele continuava a lhe tocar delicadamente. Ela segurou nos ombros largos dele e abriu mais as pernas.

Mas Oliver mudou de repente. Ele agarrou o quadril dela e deitou Chloe na cama. Ela riu e ele avançou sobre ela, mas parou, separando suas pernas. Ele deu um beijo logo abaixo do seu joelho enquanto percorria o interior da outra coxa com os dedos. Não foram mais que três beijos para chegar onde queria. Ele percorreu a fenda úmida com a língua antes de fechar a boca sobre seu clitóris.

Chloe ofegou, ele a chupou tão forte que um espasmo quase fez seu corpo sair do colchão. Ela percebeu que ele não faria isso gentilmente, Oliver estava lhe sugando tão fome que em apenas alguns segundo sentiu o orgasmo ganhando força em seu ventre.

-Oh, meu deus... Oliver – ela não conseguiu formar frase coerente. Tudo nela estava concentrado no prazer que estava sentindo. Ela empurrou a cabeça contra o colchão, fechando os punhos no couro cabeludo dele.

Ela queria mover o quadril, precisava, mas Oliver estava segurando tão firme nele que não conseguiu. Então se deixou levar e logo estava choramingando e gritando quando chegou ao limite e gozou sem se importar com mais nada.

Oliver continuou segurando Chloe no lugar, sugando enquanto ela atravessava o orgasmo. Ele só retirou a boca dela quando percebeu que ela estava se acalmando no lugar. Ele levantou a cabeça e sorriu quando viu seus olhos fechados e sorriso de satisfação. Queria dar prazer a ela. 

Ele engatinhou entre as pernas dela, jogando a toalha para longe. Chloe respirava com dificuldade e ele se aproximou e deixou um beijo gentil em seus lábios. Só que ele não lhe deu tempo de reagir ao seu beijo.

Oliver se sentou sobre as pernas e puxou Chloe para mais perto. Ele sorriu quando ela abriu os olhos. Ele colocou as coxas grossas em cima das suas e segurou seu membro duro na mão. Precisava estar dentro dela. Ele continua olhando nos olhos dela enquanto se posiciona em sua entrada. Chloe estava olhando para ele com desejo e novas expectativas. Ela estava linda com o rosto vermelho de prazer.

Ele deslizou gentilmente para dentro dela. Oliver esperou um segundo antes de se movimentar novamente. Ele segurou o quadril dela com uma mão de cada lado e se retirou quase que totalmente antes de escorregar mais uma vez para o seu corpo.

Chloe colocou as mãos sobre as dele. Mal teve tempo de se recuperar do primeiro orgasmo, seu corpo ainda tremia, mas não estava reclamando. Ter Oliver dentro dela era delicioso demais para se opor a qualquer coisa.

Chloe fechou os olhos quando ele se empurrou tão fundo que seus quadris se encontraram. Ele fez de novo e de novo, ganhando velocidade a cada vez e ela percebeu o que ele estava fazendo. Ele queria que ela gozasse de novo, era sobre ela, sobre o seu prazer.

-Você é o melhor marido do mundo – Chloe riu jogando a cabeça para o lado quando ele chegou a um ponto deliciosamente sensível.

-E você é gostosa demais – Oliver respondeu entre os dentes.

Chloe era apertada, quente e vê-la assim, entregue a ele o excitava tanto que precisava de muito controle para não chegar ao limite primeiro. Ele acelera o ritmo de suas estocadas e ela grita. Ele sorri satisfeito

-Ollie – o nome dele saiu da boca dela como um lamento de prazer. Ela aperta as pernas contra os lados dele. Podia sentir o segundo orgasmo que se aproximava correr para a porta com isso. Ela fecha os punhos no lençol quando ele explode dentro dela.

Oliver se força a manter os olhos nela. Seus músculos se moviam contra ele e isso quase o levou junto. Mas ele queria ver o prazer em seu rosto mais uma vez. Ele continuou a entrar e sair dela, e seu ritmo só mudou quando ela acalmou de novo.

Ele se inclinou sobre ela e beijou seu pescoço, Chloe se agarrou imediatamente a ele e Oliver fez um caminho de beijos até seus lábios encontrarem os dela. Chloe abriu a boca para ele e Oliver a beijou como se a muito não fizesse. Foi lento, mas intenso ao mesmo tempo, sua língua se enrolou a dela e eles continuaram assim enquanto ele continuava se movendo dentro dela.

Chloe entendeu que aquela era a hora do carinho. O ritmo era outro, menos áspero, com mais toques e beijo. Ela percorreu as costas a cima dela com as mãos, deixou que suas pernas fizessem o mesmo com as pernas dele. Oliver passou protetoramente os braços em baixo dela e beijou sua garganta. Aquele era outro nível de prazer.

Poucos minutos depois os dois estavam chegando juntos ao orgasmo. Abraçados e presos um ao outro. Oliver ficou dentro dela até que os dois estivessem respirando normalmente. Ele se retirou e deitou ao lado dela, levando Chloe para o seu peito. Não demorou muito para o cansaço e a leveza resultada do prazer os jogassem em um sono profundo.

O celular de Oliver precisou tocar muitas vezes para ele entender que aquele som não vinha de seu sono. Ele abriu os olhos e fez careta para a luz que vinha do aparelho. Só depois que seu cérebro relembrou de tudo o que tinha feito aquela noite foi capaz de esticar o braço e pegá-lo. Era John.

-Um segundo – ele sussurrou e olhou para Chloe.

Devagar ele conseguiu sair da cama sem acordá-la. Para sua sorte ela estava mais cansada que ele e por isso dormia mais pesado ainda. Ele olhou em volta e viu a toalha branca que tinha descartado antes jogada no canto. Ele pegou e enrolou de qualquer jeito na cintura enquanto caminhava em direção a varanda.

Oliver fechou a porta de vidro e caminhou tentando não tremer de frio para a beirada. Ele engoliu mais uma vez e respirou fundo para se colocar mais alerta. Tudo o que queria era voltar para a cama.

-Oi John – ele disse firme, mas com simpatia.

-Desculpe chamar tão tarde. Mas achei que precisávamos ter essa conversa ainda hoje.

-Claro. –Oliver respirou fundo mais uma vez. De repente se sentindo alerta e tenso. – Pode falar.

-Você me pediu para olhar a mente do Lex para saber se ele tinha algo a ver com os ataques...

-Sim? – Oliver confirmou e esperou.

-Sinto não ter uma resposta para te dar sobre isso. Não tive tempo de chegar tão longe.

Oliver assentiu mesmo que John não pudesse ver.

-Não tive mais tempo por que a mente dele estava inundada de pequenas lembranças...

-Lembranças. Que lembranças? – Oliver sentiu o coração bater mais rápido. Se Lex tivesse conseguido se lembrar do que ele fez estaria com um problema maior ainda.

-Lembranças dele e... Chloe.

-Chloe – ele diz surpreso. – Que lembranças?

-Ai é que está o problema. Elas eram muitas, mas sem muito sentido. Fragmentos, sem começo ou fim. Imagens aleatórias como em...

-Sonhos? – Oliver sugeriu a única explicação plausível já que Lex e Chloe nunca tiveram tantos momentos assim.

-Ou fantasias. Eu não sei dizer.

Oliver travou o maxilar. Lex sonhando ou fantasiando com Chloe era difícil demais de aceitar. Precisava saber como eram esses sonhos e fantasias, mesmo que não fosse ficar feliz com a resposta precisava perguntar. Estava tentando encontrar um jeito de fazer isso quando John falou:

-Mas de uma coisa eu sei.

Oliver não gostou nem um pouco do tom e certeza na voz dele.

-O que?

-Ele estava pensando nela enquanto falava...e com paixão. Oliver, Lex está apaixonado pela Chloe.

Oliver fechou os olhos. Seu coração acelerado bateu violentamente contra o peito e ele imediatamente se virou para olhar para ela, dormindo abraçada a um travesseiro em sua cama. Não podia ser. Aquilo era muito pior do que Lex descobrir o seu segredo, descobrir todos os seus segredos.


CONTINUA...
Deixe a autora feliz, faça um comentário, diga oi =D




13 comentários:

  1. Roberta, ainda não consegui colocar todas as leituras em dia, então tenho que ler os últimos capítulos e depois volto aqui pra comentar... :D

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  2. Que linda!!!
    Saudade do seus comentários.

    Claro, claro. Volte depois que ler \o/

    Bem-vinda de volta ;)

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  3. Uau! rs De repente está tudo tranquilo com a missão cumprida, aí temos uma parte hot maravilhosa e então... Susto! Eu até tinha me esquecido que John ia olhar a mente de Lex. kkkkk e esse maluco fantasiando com a Chloe é sinistro rs

    Parabéns Roberta, to gostando muito!

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  4. Esqueceu?? hahahaha...eu prometi que vcs saberiam o que John viu.
    Não foi nada de novo, pra nós. Mas para Oliver...

    Ah, achei que Chloe e Oliver estavam precisando de um momento hot! =D
    Gostou da parte de ação? Não sou boa nisso. Fico muito na duvida na hora de escrever =/

    Obrigada, fico muito feliz que esteja gostando \o/

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    1. Eu gostei da ação sim, me pegou de surpresa e as brincadeiras/provocações de Oliver e AC no meio da bagunça é muito bom rsrs

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    2. Que bom!!! *-*
      Foi uma preparação pra próxima vez.
      hahaha o bom de ter uma liga é que vc pode escolher um herói pra cada vez...Achei que AC combinava com a missão =D

      Valeu!!! ;)

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  5. Roberta, assim infarto, garota!

    Capítulo novo e ainda BEEEM grandinho... hahaha

    Euzinha, particularmente, gostei muito da ação... e a flecha explosiva foi demais haha, ainda bem que ela não atingiu os explosivos fazendo tudo ir pelos ares...

    Ainda teve o Connor sorrindo igual o pai, aiai *-*

    Então o momento hot, todo cheio de carinho e tudo mais... e a bomba! Oliver sabe que Lex é louco e perigoso... e louco perigoso apaixonado e ainda mais pela Chloe, torna tudo mais preocupante...

    Aguradando super ansiosa por mais...

    GIL

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  6. O maior até agora, não foi?? \o/

    Ain, que bom *-*
    É o risco, né? Pode dar merda a qualquer momento.

    Con, nosso baby Chlollie *-*

    A historia precisava de uma pausa hot antes das coisas ficarem tensas de novo...Pois é. Oliver desconfia um bocado do Lex. Vamos ver o que ele vai fazer com a informação =/

    Valeu GIL!!!! ;)
    Mais logo logo!!!

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  7. ROBERTA, VOCÊ ESTA REALMENTE SE SUPERANDO NESSA FIC, ELA É PERFEITA, EM TODOS OS SENTIDOS, NA PARTE AÇÃO, E EM TODAS AS OUTRAS, ADORO AS PARTES HOT, PORQUE DEFINITIVAMENTE MESMO NESSAS PARTES VC CONSEGUE TRANSMITIR TODO O AMOR QUE ELES SENTEM UM PELO OUTRO, É PERFEITA A DESCRIÇÃO DOS SENTIMENTOS ALI PRESENTE, VOCÊ CONSEGUIU, DE FATO ANIMAR MEU FERIADO COM SUA ATUALIZAÇÃO...ANSIOSA PELAS PRÓXIMAS.
    E QUE VOCÊ TENHA UM ÓTIMO FIM DE SEMANA!!!!
    DINY

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    1. Ah, que bom Diny!
      Não sabe como fico feliz em ler isso =)

      Estou gostando muito de escrever... Sei que preciso melhorar um bocado em capítulos como esse, mas gosto muito de escrever.Ela é minha segunda preferida até agora =D

      Valeu!!!
      Bom fim de semana pra você também ;)

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  8. opa, agora o Ollie tá entendendo [mais ou menos] o que se passa com o Lex. MEDO! huahauhauahauhauhauahauahau
    e olha, adorei como você escreveu a cena de ação, me senti num filme!

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    1. Oi Ciça \o/

      Pois é. Alguém tem que saber, né?Que seja Ollie, por enquanto.
      Ah, que legal =D...o que eu mais queria saber de vcs.
      Que bom que gostaram, que acreditaram *-*

      Obrigada e fique ligada que tem mais coisas vindo essa semana ;)

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  9. Adoro essa tensão/preocupação/ciúmes q o Oliver tem pela Chloe quando tem alguém obcecado por ela.

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